Ritos da Santa Missa

Tempo Comum · 33ª Semana
Quarta-feira, 17 de novembro de 2027
MEMÓRIA Santa Isabel da Hungria, religiosa, Memória Branco

Ritos Iniciais

Canto de Entrada

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros durante o canto de entrada. Chegando ao altar, faz a devida reverência e dirige-se à cadeira.

Antífona de Entrada

Vinde, benditos do meu Pai, diz o Senhor. Estava doente e me visitastes. Em verdade vos digo: todas as vezes que fizestes isso a um destes pequeninos que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes. (Cf. Mt 25,34.36.40)

Saudação

De pé, todos se benzem enquanto o sacerdote diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

℟.: Amém.

Voltado para o povo, de braços abertos, o sacerdote saúda a assembleia:

Pres.: A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco.

℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

Ato Penitencial

Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

(pausa em silêncio)

Pres.: Confessemos os nossos pecados:

℟.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa (batem no peito). E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

℟.: Amém.

Ato Penitencial — Kýrie (forma alternativa)

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, tende piedade de nós.

℟.: Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.

Oração Coleta

Pres.: Ó Deus, que destes a Santa Isabel da Hungria o dom de reconhecer e venerar o Cristo nos pobres, concedei-nos, por sua intercessão, servir os necessitados e aflitos com incansável caridade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Liturgia da Palavra

PRIMEIRA LEITURA

Leitura do segundo livro dos Macabeus

2Mc 7,1.20-31

Naqueles dias, 1aconteceu que foram presos sete irmãos com sua mãe, aos quais o rei, por meio de golpes de chicote e de nervos de boi, quis obrigar a comer carne de porco, que lhes era proibida. 20Mas especialmente admirável e digna de abençoada memória foi a mãe, que, num só dia, viu morrer sete filhos e tudo suportou valorosamente por causa da esperança que depositou no Senhor. 21Cheia de nobres sentimentos, ela exortava a cada um na língua de seus pais e, revestindo de coragem varonil sua alma de mulher, dizia-lhes: 22“Não sei como aparecestes em minhas entranhas: não fui eu quem vos deu o espírito e a vida nem fui eu quem organizou os elementos dos vossos corpos. 23Por isso, o criador do mundo, que formou o homem na sua origem e preside à geração de todas as coisas, ele mesmo, na sua misericórdia, vos dará de novo o espírito e a vida, pois agora vos desprezais a vós mesmos por amor às suas leis”. 24Antíoco julgou que ela o desprezasse e suspeitou que o estivesse insultando. Como o mais novo dos irmãos ainda estivesse vivo, o rei tentava persuadi-lo. E não só com palavras, mas também com juramento, prometeu fazê-lo rico e feliz, além de torná-lo seu amigo e confiar-lhe altas funções, contanto que abandonasse as leis de seus antepassados. 25Vendo que o jovem não lhe prestava nenhuma atenção, o rei chamou a mãe e exortou-a a dar conselhos ao rapaz, para que salvasse a sua vida. 26Como ele insistisse com muitas palavras, ela concordou em persuadir o filho. 27Inclinou-se então para ele e, zombando do cruel tirano, assim falou na língua de seus pais: “Filho, tem compaixão de mim, que te trouxe nove meses em meu seio e por três anos te amamentei; que te criei e eduquei até a idade que tens, sempre cuidando do teu sustento. 28Eu te peço, meu filho, contempla o céu e a terra e observa tudo o que neles existe. Reconhece que não foi de coisas existentes que Deus os fez e que também o gênero humano surgiu da mesma forma. 29Não tenhas medo desse carrasco. Pelo contrário, sê digno de teus irmãos e aceita a morte, a fim de que eu torne a receber-te com eles no tempo da misericórdia”. 30Mal tinha ela acabado de falar, o jovem declarou: “Que esperais? Não obedecerei às ordens do rei, mas aos mandamentos da lei dada aos nossos pais por Moisés. 31E tu, que inventaste toda espécie de maldades contra os hebreus, não escaparás às mãos de Deus”.

SALMO RESPONSORIAL

Salmo Responsorial

Sl 16(17),1.5-6.8b.15 (R. 15b)

℟.: Ao despertar, me saciará vossa presença, ó Senhor!


Leitor: – Ó Senhor, ouvi a minha justa causa, escutai-me e atendei o meu clamor! Inclinai o vosso ouvido à minha prece, pois não existe falsidade nos meus lábios! ℟.:

– Os meus passos eu firmei na vossa estrada, e por isso os meus pés não vacilaram. Eu vos chamo, ó meu Deus, porque me ouvis, inclinai o vosso ouvido e escutai-me! ℟.:

– Protegei-me qual dos olhos a pupila e guardai-me à proteção de vossas asas. E verei, justificado, a vossa face e, ao despertar, me saciará vossa presença. ℟.:

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Todos: Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Leitor: O amor de Deus se realiza em todo aquele que guarda sua palavra fielmente. (1Jo 2, 5)

Todos: Aleluia, Aleluia, Aleluia.

EVANGELHO

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Lucas

Lc 19,11-28

℟.: Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 11Jesus acrescentou uma parábola, porque estava perto de Jerusalém e eles pensavam que o Reino de Deus ia chegar logo. 12Então Jesus disse:“Um homem nobre partiu para um país distante, a fim de ser coroado rei e depois voltar. 13Chamou então dez dos seus empregados, entregou cem moedas de prata a cada um e disse: ‘Procurai negociar até que eu volte’. 14Seus concidadãos, porém, o odiavam, e enviaram uma embaixada atrás dele, dizendo: ‘Nós não queremos que esse homem reine sobre nós’. 15Mas o homem foi coroado rei e voltou. Mandou chamar os empregados, aos quais havia dado o dinheiro, a fim de saber quanto cada um havia lucrado.16O primeiro chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam dez vezes mais’. 17O homem disse: ‘Muito bem, servo bom. Como foste fiel em coisas pequenas, recebe o governo de dez cidades’. 18O segundo chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam cinco vezes mais’. 19O homem disse também a este: ‘Recebe tu também o governo de cinco cidades’. 20Chegou o outro empregado e disse: ‘Senhor, aqui estão as tuas cem moedas que guardei num lenço, 21pois eu tinha medo de ti, porque és um homem severo. Recebes o que não deste e colhes o que não semeaste’.22O homem disse: ‘Servo mau, eu te julgo pela tua própria boca. Tu sabias que eu sou um homem severo, que recebo o que não dei e colho o que não semeei. 23Então, por que tu não depositaste meu dinheiro no banco? Ao chegar, eu o retiraria com juros’. 24Depois disse aos que estavam aí presentes: ‘Tirai dele as cem moedas e dai-as àquele que tem mil’. 25Os presentes disseram: ‘Senhor, esse já tem mil moedas!’ 26Ele respondeu: ‘Eu vos digo: a todo aquele que já possui, será dado mais ainda; mas àquele que nada tem, será tirado até mesmo o que tem. 27E quanto a esses inimigos, que não queriam que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e matai-os na minha frente’”. 28Jesus caminhava à frente dos discípulos, subindo para Jerusalém.

Homilia

Em seguida, faz-se a homilia, a cargo do sacerdote ou diácono. É obrigatória aos domingos e festas de preceito, e recomendada nos demais dias.

Liturgia Eucarística

Preparação das Oferendas

Inicia-se o canto ou um momento de silêncio, enquanto se prepara o altar e são trazidas as oferendas de pão e vinho.

O sacerdote oferece o pão, dizendo em voz alta (ou, havendo canto, em silêncio) uma oração de bênção.

Mistura-se um pouco de água ao vinho, enquanto o sacerdote reza em silêncio uma breve oração privada.

O sacerdote oferece o cálice com o vinho, do mesmo modo que o pão.

Lavando as mãos à parte, o sacerdote reza em silêncio um versículo de súplica por purificação (Lavabo).

Convite à Oração

De pé, o sacerdote convida à oração sobre as oferendas:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

Oração sobre as Oferendas

Pres.: Recebei, Senhor, os dons do vosso povo e concedei a nós, que recordamos a obra da imensa caridade do vosso Filho, ser confirmados, a exemplo de Santa Isabel da Hungria, no amor a vós e ao próximo. Por Cristo, nosso Senhor.

Prefácio

O sacerdote, de mãos estendidas, inicia o diálogo do Prefácio:

Pres.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Corações ao alto.

℟.: O nosso coração está em Deus.

Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

℟.: É nosso dever e nossa salvação.

(segue o texto próprio do prefácio do tempo litúrgico ou da celebração)

Santo

Terminado o Prefácio, todos, de pé, aclamam:

Todos: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

Oração Eucarística I

(O sacerdote, de braços abertos, diz)

Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, (une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo) que aceiteis e abençoeis ✠ estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo, (de braços abertos, prossegue) que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa N., o nosso Bispo N.*, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.

℟.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.

Ⓗ Na missa com Batismo faz-se o Lembrai-vos, ó Pai próprio.

Memento dos vivos

Pres.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. (une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.) (De braços abertos, prossegue) e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.

℟.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

Ⓗ Nos domingos, no Natal do Senhor e Oitava, na Epifania, na Missa da Ceia do Senhor, na Vigília Pascal e Oitava Pascal, na ascensão e no Pentecostes, diz-se o Comunicantes próprios.

"Infra actionem"

Pres.: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)

℟.: Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!

Ⓗ Da Vigília Pascal até o 2º Domingo da Páscoa e em outras ocasiões específicas diz-se o Aceitai, ó Pai, próprio.

(O sacerdote, com os braços abertos, continua)

Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos. (Une as mãos.) (Por Cristo, nosso Senhor. Amém). (Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz)

Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo. (Une as mãos.)

℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Na véspera de sua paixão, (toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue) ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, (eleva os olhos,) elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos, dizendo: (inclina-se levemente) (Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.) (Então prossegue)

Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia, (toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege) ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos, dizendo: (inclina-se levemente) (Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.) Em seguida, diz:

Pres.: Mistério da fé!

℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

Ou:

Pres.: Mistério da fé e do amor!

℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!

Ou:

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!

℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição. (O sacerdote, de braços abertos, diz)

Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.

℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta! (Une as mãos e, inclinando-se, diz)

Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho, (ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo) sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu. (Une as mãos.) (Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

℟.: O Espírito nos una num só corpo!

Memento dos mortos.

(De braços abertos, diz)

Pres.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz. (Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.) (De braços abertos, prossegue) A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz. (Une as mãos.) (Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna! (Bate no peito, dizendo)

Pres.: E a todos nós pecadores, e, de braços abertos, prossegue: que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não phor nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos. (Une as mãos.) Por Cristo, nosso Senhor. (E prossegue) Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós. (Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo)

Doxologia

O sacerdote eleva a patena com a hóstia e o cálice, dizendo ou cantando:

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.

℟.: Amém.

Oração do Senhor

Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

Todos: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

Saudação da Paz

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

℟.: Amém.

Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

℟.: O amor de Cristo nos uniu.

O sacerdote ou o diácono convida os fiéis a trocarem entre si um gesto de paz, conforme o costume local.

Fração do Pão

O sacerdote parte a hóstia sobre a patena e deixa cair um pedaço no cálice, em silêncio, enquanto se canta ou recita:

Todos: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Felizes os convidados para a ceia do Senhor.

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

Distribuição da Comunhão

Antes de comungar, o sacerdote reza em silêncio uma das orações privadas previstas no Missal.

Em seguida, comunga o Corpo e o Sangue de Cristo, dizendo para si mesmo, em silêncio, uma breve fórmula própria para cada espécie.

O sacerdote mostra a hóstia a cada fiel, dizendo: "Corpo de Cristo". O fiel responde: "Amém", e recebe a Sagrada Comunhão. Durante a distribuição, pode-se cantar ou rezar em silêncio.

Purificação dos Vasos Sagrados

Terminada a distribuição da Comunhão, o sacerdote purifica a patena e o cálice junto à mesa ou à credência, rezando em silêncio uma breve oração de ação de graças.

Oração de Comunhão Espiritual

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo; uno-me convosco inteiramente. Não permitais que eu volte a separar-me de Vós. Amém.

Antífona da Comunhão

Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos. (Cf Jo 15,13)

Oração Depois da Comunhão

Pres.: Revigorados por estes sagrados mistérios, concedei nos, Senhor, seguir o exemplo de Santa Isabel da Hungria, que vos serviu com filial constância e se dedicou ao vosso povo com imensa caridade. Por Cristo, nosso Senhor.

Ritos Finais

Bênção Final

Pres.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.

De mãos estendidas sobre o povo, ou traçando sobre ele o sinal da cruz, o sacerdote diz:

Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo.

℟.: Amém.

Pres.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.

℟.: Graças a Deus!

O sacerdote venera o altar com um beijo e retira-se com os ministros.