Mônica nasceu no norte da África, no século IV, e é lembrada sobretudo pela perseverança com que rezou pela conversão do filho, Agostinho, que por muitos anos viveu longe da fé cristã. Ela o acompanhou de perto durante toda a juventude dele, inclusive na mudança para a Itália, sem nunca deixar de interceder por ele.
Depois de quase duas décadas de orações e lágrimas, viu Agostinho se converter e ser batizado, um dos momentos mais marcantes da história da Igreja antiga. Pouco depois, Mônica morreu em Óstia, já em paz, dizendo que nada mais a prendia à vida, pois tinha visto realizado aquilo que tanto pedira a Deus.
É considerada padroeira das mães cristãs e um exemplo de constância na oração, mesmo diante de situações que parecem não ter solução.